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14 de outubro de 2009

Energia elétrica no Brasil

Do Portal Luís Nassif

Blog -  Ronaldo Bicalho: Discutindo energia

O engenheiro Ronaldo Bicalho conta, em seu blog, a história da energia elétrica no Brasil.

Vale a pena conferir os capítulos já publicados:

A energia elétrica no Brasil I: a introdução da eletricidade no país

A energia elétrica no Brasil II: a chegada da Light no Brasil

A energia elétrica no Brasil III: a chegada da AMFORP no Brasil

A energia elétrica no Brasil IV: o início da intervenção do Governo Federal

8 de outubro de 2009

Pré-sal: perguntas e respostas

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30 de junho de 2009

Gabrielli: “Melhor para União é garantir pré-sal à Petrobrás”




Sérgio Gabrielli: Petrobrás é que mais conhece o pré-sal

O presidente da Petrobrás, José Sergio Gabrielli, defendeu a mudança da legislação para a exploração do pré-sal e o controle do Estado sobre esta camada recém-descoberta. "O pré-sal é bilhete premiado. Tem de ser mais caro. Eu defendo que o Estado tenha um controle mais profundo dessas áreas, escolhendo o operador. Espero que seja a Petrobrás, porque é quem conhece mais", afirmou em entrevista para a revista Época, rejeitando o sistema de leilões que beneficia as multinacionais do setor.

"O modelo atual vem de um tempo em que o país não tinha acesso ao mercado internacional, a economia estava em crise e o preço do petróleo era baixo", disse, descartando o atual modelo de concessão no pré-sal porque "hoje o Brasil tem economia equilibrada. A Petrobrás está consolidada. No pré-sal, perfuramos 16 poços e, nos 16, há petróleo: 100% de acerto".

Em entrevista ao jornal Estado de São Paulo, Gabrielli rebateu as acusações perpetradas contra a estatal por parte da mídia, classificando a campanha como "fatos artificiais", "distorções" e "interpretações equivocadas". Ele citou órgãos como: O Globo, o Estadão, a Folha de S. Paulo e "uma revista".

Perguntado sobre os salários dos executivos da estatal, Gabrielli disse que "isso é um exemplo" porque "até o Estadão entrou nessa matéria muito ridícula".

Na entrevista, o presidente da estatal desmente todas as acusações e denunciou que o assunto sobre a remuneração dos dirigentes da Petrobrás "envolve um claro indício de crime de quebra de sigilo fiscal, porque, aparentemente, o repórter que fez a matéria pelo Correio Braziliense obteve de forma fraudulenta informações fiscais protegidas por sigilo (o jornal publicou reportagem mostrando que houve reajuste de 90% nos salários da direção da empresa entre 2003 e 2007). Dessa maneira, portanto, de um lado ela é evidência de um crime; de outro lado, do ponto de vista de valor, os valores são bastante modestos, comparados com empresas do mesmo porte. Todos os dirigentes da Petrobrás receberam R$ 7,108 milhões no ano de 2007. O Itaú teve R$ 244 milhões; o Bradesco, R$ 170 milhões; o Unibanco, R$ 153 milhões, o Gerdau, R$ 59 milhões; Vale, R$ 43 milhões; Sadia, R$ 16 milhões; Perdigão, R$ 14 milhões; Aracruz, R$ 9 milhões, CSN, R$ 9,5 milhões. Portanto, a Petrobrás é a menor de todas. Se comparar com empresas internacionais, então, a Exxon teve US$ 13,7 milhões, a BP, US$ 4,2 milhões. Então é absolutamente pequeno o tamanho da Petrobrás."

Sobre a relação deste reajuste, de 90%, com a inflação do mesmo período, de apenas 33,92%, o presidente da estatal explicou: "O valor dos dirigentes da Petrobrás é o teto da carreira. O presidente ganha 15% acima do salário do maior gerente e os diretores, 10% acima. Então, se você tem um salário que é baixo para diretores, achata toda a cadeia de salários da companhia. Isso torna mais vulneráveis os profissionais da companhia às atrações de mercado (...)". "O reajuste dos salários dos diretores da Petrobrás acompanhou os acordos coletivos. O reajuste dos trabalhadores da Petrobrás não é relacionado à inflação. Houve aumento real, sim, nestes últimos anos. Os trabalhadores ganharam, inclusive, mais do que o reajuste dos diretores. Não há nada que motive um escândalo. O que estão fazendo é exclusivamente coscuvilhice, é tentativa de criar fofoca muitas vezes repetida para virar verdade."

Gabrielli ainda afirmou que responderá a todas as questões colocadas pela CPI: "A Petrobrás está pronta para responder todos os temas do requerimento. Não temos problema nenhum". E disse em relação aos ataques da imprensa que: "estamos preparados. Nós ainda não atacamos ninguém. Só temos nos defendido".

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Cordialmente,

Profº Jeferson Pitol Righetto
http://profjefersongeo.blogspot.com/

Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o meio ambiente.



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Cordialmente,

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18 de setembro de 2008

Reservas de petróleo atingem 12,6 bilhões de barris

20 DE FEVEREIRO DE 2008 - 10h27

 

O Brasil fechou 2007 com reservas provadas de 12,6 bilhões de barris de petróleo e reservas totais de 16,887 bilhões de barris de petróleo se forem acrescidas as reservas prováveis, que é o petróleo encontrado nos campos em fase de desenvolvimento da produção ou que ainda estão em fase de dimensionamento mas que ainda não têm sua viabilidade comercial confirmada.

Na comparação com 2006, as reservas totais caíram 7,6% entre um ano e outro. Os números incluem o petróleo em campos sob concessão da Petrobras e de outras petroleiras, como Shell, Devon, Anadarko, Statoil e Repsol, sem citar as menores proprietárias de campos maduros em terra.

Já as reservas de gás somavam 370 bilhões de m3, o que equivale a quase 13 trilhões de pés cúbicos (TCFs), medida internacionalmente utilizada para dimensionar as reservas do combustível. Os dados foram divulgados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

As reservas listadas não incluem o petróleo encontrado no campo de Tupi e Júpiter, na bacia de Santos e nem outras descobertas da Petrobras no pré-sal. Essas estão em fase de avaliação, não tiveram a comercialidade declarada pela estatal e só podem ser consideradas reservas prováveis. Entre 2006 e 2007 as reservas provadas aumentaram em 442 milhões de barris de óleo e 17 bilhões de m3 de gás.

O Rio continua na frente no ranking de reservas brasileiras de óleo e gás, com reservas provadas de 10,17 bilhões de barris de petróleo e 167,91 bilhões de m3 de gás natural, com destaque para a bacia de Campos, que continua líder em reservas. E as reservas totais eram de 14,3 bilhões de barris de óleo e 272 milhões de m3 de gás .

No Espírito Santo, as reservas provadas somavam em 31 de dezembro 1,345 bilhão de barris de petróleo e 38,73 bilhões de m3 de gás. Somando-se reservas dos campos que ainda não começaram a produzir, as reservas totais do Estado eram de 2,47 bilhões de barris.

A Petrobras informou nesta terça-feira (19) que no Brasil foram produzidos 1,826 milhão de barris/dia de petróleo em janeiro, aumento de 2,3% sobre o volume extraído em janeiro de 2007. Na comparação com dezembro, a produção caiu 1,5%, devido à parada para manutenção do oleoduto que interliga as plataformas de Atum e Xaréu, no mar do Ceará, e à saída do navio-plataforma Seillean do Campo de Golfinho (ES) para Marlim Leste, na bacia de Campos (RJ).

Somando-se os resultados no Brasil e exterior, a produção média de petróleo e gás da Petrobras em janeiro foi de 2,117 milhões de barris de óleo e gás por dia. O consumo de combustíveis no Brasil também aumentou 7,57% em 2007.

Fonte: Valor Econômico

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